Se você viveu os anos 90 ou nos anos 2000, com certeza já caiu na tentação de cantar “Minha Brasília amarela…”, e sabe que aquele carro virou mais do que um simples veículo. A Brasília Amarela eternizada pelos Mamonas Assassinas ganhou status de personagem principal no clipe de ‘Pelados em Santos’ e entrou de vez para o imaginário popular. Mas o que pouca gente sabe é que, depois do auge, o destino do automóvel esteve longe dos holofotes. Quando o grupo explodiu em 1995, o clipe de “Pelados em Santos” ajudou a consolidar o humor irreverente que virou marca registrada da banda. A estética exagerada, as coreografias e, claro, a Brasília pintada de amarelo transformaram o carro em um ícone. Ela representava a juventude debochada, o espírito leve e a criatividade escrachada que fizeram dos cinco garotos de Guarulhos um fenômeno nacional em poucos meses. Com o acidente aéreo de 1996, que tirou a vida de Dinho e dos demais integrantes, o Brasil mergulhou em comoção. Em meio à dor e às homenagens, a Brasília mudou de dono e acabou enfrentando um período difícil. O carro foi apreendido e permaneceu por anos parado em um pátio público, deteriorando-se com o tempo. Foi então que familiares de Dinho decidiram agir. O veículo foi recuperado e passou por um processo cuidadoso de restauração. A pintura amarela voltou a brilhar, os detalhes foram refeitos e a Brasília recuperou a aparência que marcou o clipe. Hoje, o carro pertence ao pai do vocalista e participa de exposições pelo Brasil. Também ganhou nova visibilidade ao aparecer no filme Mamonas Assassinas – O Impossível Não Existe.
O destino da Brasília Amarela; saiba o que aconteceu com o carro dos Mamonas Assassinas
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