Lar Todas as Noticias Com nome do ex-príncipe Andrew e modelo brasileira, entenda o caso Epstein que envolve esquema de tráfico de menores

Com nome do ex-príncipe Andrew e modelo brasileira, entenda o caso Epstein que envolve esquema de tráfico de menores

por afonsobenites
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Nas últimas semanas, um caso que envolve tráfico de menores para abuso sexual voltou aos holofotes. O caso Epstein retornou à mídia, com novos desdobramentos após o envolvimento do ex-príncipe Andrew. O ex-príncipe Andrew foi preso na própria residência nesta quinta-feira (19) pela polícia do Reino Unido em meio a investigações sobre possíveis ligações com o criminoso sexual Jeffrey Epstein. Epstein foi um financista que teve detalhes de sua vida secreta exposta pela primeira vez em 2005, quando várias meninas menores de idade o acusaram de se oferecer para por massagens ou atos sexuais em sua mansão em Palm Beach. De acordo com a CNN, depoimentos de um júri divulgados anos depois incluíram acusações de que Epstein, então com 40 anos, havia estuprado adolescentes de até 14 anos. Durante as investigações e o processo sobre tráfico sexual contra Jeffrey Epstein e sua cúmplice e ex-namorada Ghislaine Maxwell, os procuradores federais reuniram milhões de documentos. Os “Arquivos de Epsteins” tem mais de 300 gigabytes de dados, documentos, vídeos, fotografias e áudios armazenados no principal sistema eletrônico de gerenciamento de casos do FBI, a agência federal de investigações dos EUA, o “Sentinel”. Os registros incluem relatórios de investigação e documentos da apuração original do FBI em Miami. Além do nome do ex-príncipe Andrew, começaram a circular na mídia, o nome de personalidades brasileiras como o da modelo Izabel Goulart, que foi mencionada em e-mails de 2011. Em nota enviada ao jornal CORREIO, a modelo afirmou que não esteve hospedada em um apartamento de Epstein e desconhece completamente os fatos. “Izabel apenas dividiu com outras modelos, um apartamento em Nova York, quando foi morar na cidade americana para trabalhar. Esse apartamento foi cedido pela agência que a representava na época, o que é comum em contratos internacionais que envolvem modelos maiores de idade, que era o seu caso em 2005. Izabel Goulart repudia qualquer tentativa de associar seu nome a de Jeffrey Epstein e reforça que sempre prezou e exigiu extremo profissionalismo e ética ao longo dos seus mais de 22 anos de carreira”, diz a nota assinada pelo advogado Daniel Leon Bialski. Citada também por ter conta no mesmo banco que Epstein, Luciana Gimenez negou qualquer tipo de envolvimento com o bilionário norte-americano, acusado de comandar uma rede de tráfico sexual nos Estados Unidos. Em um vídeo publicado na última quarta-feira (11), ela explicou que seu nome aparece em documentos do caso porque a Justiça americana pediu a um banco em Nova Iorque que divulgasse informações de movimentações financeiras de um período. Como Luciana tinha conta nesse banco, o nome dela e de outras pessoas inocentes apareceram. “Eu tenho repúdio, ódio, nojo desse cidadão que se chama Jeffrey Epstein. É um cara repugnante. Um cara que estuprava mulheres, um cara que mantinha pessoas em cárcere privado e outras coisas que a gente nem sabe, uma coisa horrorosa. E eu acordo e meu nome está envolvido com este cidadão de quinta categoria, esse lixo da humanidade”, afirmou Luciana no vídeo. Epstein morreu em agosto de 2019.

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