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Serial killer baiano é condenado por estupro e morte de jovem de 26 anos

por afonsobenites
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O criminoso baiano Rildo Soares dos Santos foi condenado nesta quarta-feira (10) a 41 anos e oito meses de prisão pelo assassinato, estupro, roubo e ocultação do corpo da também baiana Elisângela Silva de Souza, de 26 anos, morta em setembro de 2025, em Rio Verde (GO). A pena, definida pela Justiça goiana, será cumprida inicialmente em regime fechado. Apontado pela polícia como um “serial killer”, Rildo é investigado por mais de dez homicídios em Goiás e na Bahia. Ele atacava vítimas vulneráveis em vias públicas, ameaçava com arma branca e as levava para locais isolados, repetindo o mesmo padrão de abordagem. Na condenação, o juiz Cláudio Roberto Costa dos Santos Silva fixou punições de 23 anos e 4 meses pelo homicídio qualificado; 10 anos por estupro; 6 anos e 8 meses por roubo; e 1 ano e 8 meses por ocultação de cadáver. Ele também proibiu que o réu recorra em liberdade e determinou o pagamento de ao menos R$ 100 mil à família da vítima. O magistrado registrou que o réu agiu de “forma fria e calculada” e destacou que outros processos contra ele envolvem crimes dolosos com “traços de agressividade e insensibilidade em relação à integridade física e à vida alheia”. A defesa disse que recebeu o resultado “com respeito e normalidade”. O advogado Nylson Schmidt afirmou que o réu confessou todos os crimes, exceto a ocultação de cadáver. “Ao meu ver, não tinha provas suficientes para condenação neste crime, mas respeito o conselho de sentença que o condenou”, declarou ao portal Uol. Ele informou que não pretende recorrer e que o cliente será julgado por mais dois homicídios na segunda e terça-feira (16). Relembre o caso Elisângela, que era natural de Bonito, no interior da Bahia, havia se mudado para Rio Verde para trabalhar. Ela foi abordada de madrugada justamente seguia para o serviço. Armado com uma faca, Rildo roubou seus pertences e a obrigou a caminhar até um terreno baldio, onde a estuprou. De acordo com a investigação, ele esganou a vítima até que perdesse a consciência e a golpeou diversas vezes na cabeça. O corpo foi lançado em um fosso e coberto com tijolos e pedaços de concreto. Câmeras de segurança gravaram os dois caminhando em direção ao local, que abrigava ruínas de um antigo lava-jato. Rildo permaneceu ali por 34 minutos. Ele foi preso ainda em setembro, enquanto acompanhava a investigação no ponto onde a vítima foi encontrada. Como ele atuava Para circular sem levantar suspeitas, o agressor usava roupas de gari. Ele chegou a trabalhar por poucos dias na empresa de limpeza da cidade, mas não foi efetivado. Além dos homicídios, é investigado por três roubos e uma tentativa de latrocínio. Homens também foram alvos. O companheiro de casa relatou que quase foi atacado por Rildo, que tentou invadir seu quarto com uma faca – mas desistiu ao notar que ele segurava um martelo. Outro sobrevivente teve o pescoço cortado ao ser atacado enquanto dormia dentro do carro. O veículo foi roubado e incendiado; as chaves e pertences da vítima foram encontrados na casa do suspeito. Apesar do histórico de violência, pessoas próximas afirmavam que Rildo, que nasceu em Salvador, mantinha comportamento aparentemente comum. A esposa disse nunca ter sido agredida, mas relatou hábitos estranhos, como caminhar pelas ruas de madrugada e esconder facas em diferentes pontos da residência. Quem é o serial killer baiano Preso por suspeita de matar pelo menos três mulheres em Rio Verde, cidade do sudoeste de Goiás, o baiano Rildo dos Santos, de 33 anos, morava em Salvador, onde trabalhava como mototaxista e entregador de aplicativo. O homem está detido desde o último dia 12 de setembro. Ele, inclusive, responde por outros crimes, como de estupro, na capital baiana, de onde saiu há cerca de um ano e meio. Segundo a esposa de Rildo, que ainda mora em Salvador, o homem costumava sair de madrugada e mudava o comportamento quando usava drogas. A mulher prestou depoimento para a polícia e, em entrevista para a CBN Goiânia, informou que, em algumas situações, o baiano chegou a falar sobre “carregar peso de almas”, assim como não suportava “arrastar corpos”. Ainda revelou que os parentes estão sofrendo com a situação e quebraram uma televisão para a mãe de Rildo não acompanhar as notícias.

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