O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (28) a morte líder do supremo do Irã, Ali Khamenei, após ataques realizados em território iraniano. A confirmação foi publicada pelo presidente norte-americano nas redes sociais. “Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para aqueles de muitos países ao redor do mundo que foram mortos ou mutilados por Khamenei e sua gangue de bandidos sedentos de sangue”, disse Trump na Truth Social. Antes disso, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, havia dito que as forças israelenses destruíram o complexo do líder Ali Khamenei. O presidente dos Estados Unidos classificou a morte de Khamenei como uma “oportunidade” para que os iranianos recuperem o país. “Esta é a maior chance para o povo iraniano recuperar seu país. Estamos ouvindo que muitos de seus membros da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e policiais não querem mais lutar e estão buscando imunidade”, falou. O ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, no início da manhã deste sábado (28), deixou 201 mortos e 747 feridos, segundo a imprensa iraniana com base em informações da rede humanitária Crescente Vermelho. Após os ataques, o governo brasileiro divulgou uma nota em que condena a ação dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e em que defende a negociação entre as partes para evitar a escalada de hostilidades. Na nota, o Itamaraty pede aos envolvidos que respeitem o direito internacional e “exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil”. O governo diz ainda que as embaixadas brasileiras na região acompanham os desdobramentos das ações e recomenda que os brasileiros na região estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países em que estiverem.
Trump confirma morte de líder supremo do Irã, Ali Khamenei, durante ataques
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